Não me reconheço mais quando me vejo
No espelho só vejo o que desejo
As sombras do passado me acompanham
Da coragem que havia
Do plano que existia
dos sonhos, da inocêcia da alegria.
Com a alma que chora perguntando se tudo acabou
junto os pedaços do pouco que restou
Enquanto meu coração ainda bate
Enquanto a morte não me abate
Nessa vida que passa rápido com dias lentos
escrevendo um verso por dia
buscando ainda o sentido do que me atrevia
A morte que caminha ao meu lado
Não conseguiu matar todo tipo de amor.
Mesmo assim ela sente fome de tristeza
e o medo que existe pede só mais um tempo pra dor.
Sabe uma das maiores dificuldades na vida? Usar o "."... é, nunca sabemos se devemos usá-lo, se deve ser de seguimento ou final...É como chegar no final de um com livro ou de um lindo poema e desejar muito que aquele "." final ali colocado fosse de seguimento.
ResponderExcluirAff...como dói, desestrutura, deprime...colocar um "." final em momentos da nossa vida que gostaríamos que durassem mais, que mudassem de rumo, que fossem eternos...
Existe “.” que não pode ser mudado...mas tem outros que podem...o mais importante é ter convicção se realmente um “.” é final, ou se vale a pena usar “.” de seguimento...
A nostalgia faz parte da vida, principalmente de quem sonha sempre com o melhor...mas não devemos deixar que a falta de um “.”, ou o mesmo usado equivocadamente desencadeie desconforto emocional na nossa vida...
Bjs
Kra gostei mto do seu blog
ResponderExcluirli alguns posts, gostei mais dessa poesia!!! parece um pouco comigo...rsrsr
abraços
O tempo é amigo das horas, mas quantas horas nos resta? não muitas, mas o bastante para se viver.
ResponderExcluirmeu nome é raiane claudia,gostei de seu blog e resolvi comentar. parabéns!
Identifiquei-me muito com esse texto. Remete aos textos de Clarice Lispector e aos meus momentos de conversa com o meu "EU", que tantas vezes se perde entre as minhas interrogações.
ResponderExcluirDOÍDO E SAUDOSO!!! VOCÊ EXPRESSA BEM DEMAIS!!! BEIJOS
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