Não sou o que escrevem
Não sou o
que está escrito,
O que dizem
nas ruas
Nem pareço
com isso.
Não me
pareço com você
O que
acreditam que eu tenha que ser.
Sou o que
sou
O que acho
que devo ser.
Sou pó, passageiro
Efêmero e
estrangeiro
Um grão de
areia no mundo
Poeta e
vagabundo
De volta de
preto
Não sinto
nenhum medo
A sombra não
me consome
Ainda lembro
meu nome
Morto?
Dormindo ou de férias?
Não me acho
em confusões
Não sou dono
de minhas ideias
Mas tiro minhas
próprias conclusões.

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