segunda-feira, 2 de maio de 2011

Na face da Terra

I
Quanto vale uma vida?
Se luta em pró de um sonho
Que quando realizado a descoberta: É falso!
Vivemos robotizados, alienados,
Controlados por uma “sociedade”.
II
Como porcos comendo em suas vasilhas
Vivemos sem saber a razão.
(se existe ou não)
III
Vivemos e só fazemos o que não será mal falado
Porque devemos; desde que nascemos
Algo, que ninguém sabe o que? Nem por quê?
IV
Qual é o sentido? Você sabe ou não?
Eis mais um morto sem razão.
Amizades falsas não sabemos onde.
Pode ser nelas que o inimigo se esconde.
V
Que me chamem de louco
estes que não enxergam a verdade
Porque a verdade foi feita para poucos e “loucos”
“Muitos serão chamados e poucos serão escolhidos”
Já foi dito, e eles? Nem ouvidos!
VI
Um dia olharas no espelho,
E verás quantas correntes!
Mas eu, eu não pertenço a ninguém!

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